Hoje li num blogue que não é possível escrever poesia por instinto.
É preciso desenhar o verso e dominar a estrutura interna do poema,
ordenando a inspiração pela mestria do pensamento sublime.
É preciso ler poesia. Não, é preciso ler muita e ler bem a poesia.
(Nunca li poesia)
Que farei eu com as palavras então?
Arrear o meu pensamento com cabrestos
seria como tentar colher o vento nas mãos em concha
Saúl Villalobos
Wednesday, October 25, 2006
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